Thiago Kuin respondendo à pergunta: Uma dica para abordar lojistas e firmar parcerias para impermeabilização?

Como propor parceria com uma loja de estofados?

Apresente o que a parceria pode acrescentar ao negócio da loja e considere também quem conversa com o cliente no balcão. Na live de 11 de novembro de 2025, Thiago Kuin desenvolveu essa orientação ao responder como abordar lojistas para oferecer uma parceria de impermeabilização de estofados.

A proposta começa pelo benefício para a loja

Thiago partiu da atividade principal do possível parceiro: vender estofados. Sua sugestão foi apresentar a impermeabilização como um serviço que a loja poderia acrescentar à oferta, em vez de iniciar a conversa apenas pedindo indicações para o prestador.

Na situação imaginada, o lojista teria uma possibilidade de receita ligada a um serviço que não executava por conta própria. Os números citados na live eram exemplos de negociação, sem demonstrar quanto uma loja ganharia ou quantas vendas a parceria produziria.

Trecho da resposta de Thiago Kuin na live publicada em 11/11/2025.

O parceiro participa da venda que chega até você

Thiago pediu que o profissional reconhecesse o papel comercial da loja. Na proposta descrita, o atendimento chegaria ao prestador por meio de alguém que apresentava o serviço a um comprador de sofá. Essa participação precisava entrar na forma de pensar a parceria.

Ele incentivou uma conversa aberta sobre a operação e o volume de oportunidades. A resposta não definiu uma comissão ideal, uma divisão obrigatória do preço ou um contrato pronto. O argumento era construir uma proposta em que o lojista entendesse por que faria sentido incluir aquele serviço em seu negócio.

Thiago Kuin respondendo durante a live de 11/11/2025.
Imagem da live que deu origem a esta resposta.

O vendedor do balcão também entrou no desenho

Um detalhe da resposta foi olhar além do dono da loja. Thiago lembrou que quem atende e apresenta o sofá muitas vezes é um vendedor da equipe. Por isso, sugeriu pensar em um plano que considerasse o interesse da loja e a participação dessa pessoa na indicação.

Para identificar a origem do atendimento, imaginou um voucher com o nome do vendedor. Esse registro permitiria reconhecer quem havia encaminhado o cliente dentro do modelo de bonificação discutido na live. Não se tratava de um sistema já implantado ou de um resultado comprovado: era um exemplo para organizar a proposta.

A operação precisa caber na política comercial do parceiro

Thiago também comentou que a loja poderia apresentar o serviço ao consumidor com condições comerciais diferentes das usadas pelo prestador na venda direta. Os preços e parcelamentos mencionados foram situações hipotéticas, sem constituir uma orientação de preço para repetir.

Ele encerrou a resposta reforçando a necessidade de entrar na política da loja. A proposta reuniu benefício para o parceiro, participação de quem vende e identificação de quem encaminha o cliente. Essas eram as questões a levar à conversa comercial, antes de pressupor que uma indicação aconteceria apenas porque o serviço estava disponível.

Continue a leitura: Quem indica sua empresa de limpeza muda a negociação?.

Referência: conteúdo completo no Instagram

Conteúdo baseado na resposta de Thiago Kuin (Thiagão do @mkt.delivery) na live publicada em 11/11/2025. Assista ao conteúdo completo no Instagram.

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